sexta-feira, 10 de junho de 2011

Pedaços



Ser tão sozinha em meio a tantos ombros;
Andar vagando pela madrugada,
vendo no fundo de cada um de nós a inocência,
Beber a brisa fria,
pensar, pensar e pensar
Pensar que como cega te amo.
Os olhos se abrem
Não, não te amo.
A confusão é grande, que esquecemos os tabus.
Ficastes nos meus pensamentos
Recolho teus pedaços, que ainda vibram
Colo teus pedaços um a um
mal reconheço o homem que era, o homem que desejaria reter na memória.
Já não penso em ti.
Penso no que te entregas.
E que a vida faça de você um outro homem, e a lógica te afaste de seus frios sentimentos.

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